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Sou apaixonada pela vida, por livros, pela natureza e sou encantada por essa capacidade que o ser humano tem de adquirir conhecimento. Admiro a inocência e a inteligência das crianças e acredito que toda criança pode aprender. Porém cada uma no seu ritmo, no seu tempo e principalmente que cada criança aprende de maneira diferente. O segredo é não desistir.
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sábado, 15 de maio de 2021

Atividade de Ensino Religioso - Símbolos Religiosos


OS  Símbolos Religiosos é um conteúdo importantíssimo  a ser trabalhado na sala de aula.



O professor deve apresentar aos alunos os símbolos e levá-los a refletir sobre seus significados e principalmente sobre a importância de respeitar cada religião , crença e cultura.

 O objetivo da atividade a seguir é Identificar os símbolos religiosos, estabelecendo a relação de seus significados.

Faça Download de uma atividade em PDF sobre esse assunto clicando 

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sexta-feira, 14 de maio de 2021

Atividade de Ensino Religioso

 Escola:__________________________________________________

Professor:________________________________________________

Estudante: ___________________________________________________ Data:____/____/_____

                                                        Atividade de Ensino Religioso

O bebê Moisés

Há muito tempo atrás, no Egito,  o povo de Israel estava sendo escravo.  Eles eram obrigados a trabalhar muito, somente em troca da comida. 

Um dia, Faraó, que era o governador do Egito, percebeu que o povo de Israel tinha se transformado em uma grande multidão e teve medo deste povo se revoltar contra ele. Então ele teve uma ideia muito cruel. Ele disse que todo bebê menino, somente os meninos,  que nascessem do povo de Israel deveria se lançado no Rio Nilo. Para os egípcios, o Rio Nilo era um Deus.  

Essa notícia se espalhou por todo o Egito. 

A mãe de Moisés o escondeu até os três meses de idade porque não quis que ele fosse morto pelos egípcios. Mas, visto que Moisés podia ser achado, ela fez o seguinte para salvá-lo: Pegou um cesto e o preparou para não entrar água. Parecia um barquinho. Colocou  Moisés nele e colocou o cesto na grama alta ao longo do rio Nilo. A irmã de Moisés, Miriã, ficou vigiando por perto.


Mais tarde, a Princesa,  filha de Faraó desceu ao rio Nilo para tomar banho. De repente, viu o cesto. Chamou uma das suas servas: ‘Vai buscar aquele cesto.’ Quando a princesa abriu o cesto, viu um belo menino. Ela achou ele tão lindo e o quis para ela. Então disse:

____ Este será o meu bebê! É um presente dos Deuses! O seu nome será Moisés , que significa retirado das águas. 

Neste momento Miriã se aproximou. Ela deve ter dito para a princesa que bebê dá muito trabalho, chora, precisa dar banho, fazer mingau... Então ela perguntou para a princesa se ela queria alguém que cuidasse do bebê. A princesa concordou e Miriã saiu correndo e chamou a sua mãe.

Quando a mãe de Miriã chegou, a princesa pediu que ela cuidasse do bebê Moisés que ela pagaria por isto.  

Assim, a mãe de Moisés cuidou de seu próprio filho.  Moisés foi criando como um príncipe. Depois, quando Moisés já era mais crescido, levou-o à filha de Faraó, que o adotou como seu filho. 


Texto interpretado por Enedina Braz


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sábado, 13 de dezembro de 2014

Bingo de Multiplicação

                                  Confeccionado pela professora Fátima

domingo, 14 de setembro de 2014

Primitivos e Derivados




segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Lendas Paraenses





Lenda da Vitória Régia




A lenda conta que às margens do Rio Amazonas, várias jovens e belas índias de uma tribo se reuniram para cantar e sonhar com futuros amores. Elas ficavam por longas horas admirando a beleza da lua branca e o mistério das estrelas, sonhando um dia, ser uma delas. Nesses momentos, a lua deitava e refletia sua luz intensa nas águas, fazendo a mais jovem das índias, Naiá, subir numa árvore alta para tentar tocá-la, mas sem êxito. Certa noite, Naiá deixou a aldeia esperando realizar o sonho de, finalmente, tocar a lua. Chegando à margem do rio, viu seu reflexo nas suas águas negras e não hesitou: mergulhou nas profundezas do rio e desapareu para sempre. A lua, então, sentiu pena da jovem e a transformou numa flor gigante - a Vitória-Régia - cujas pétalas se abrem nas águas para receber o brilho lunar.


 
 

Lenda da Cobra Grande 

 

 

A versão mais popular nos estados da Amazônia diz que uma imensa cobra, também chamada Boiúna, cresce de forma desmensurada e ameaçadora, sendo obrigada a abandonar a floresta e a habitar a profundeza dos rios. Ao rastejar pela terra firme, os sulcos que deixa se transformam nos igarapés. A Cobra Grande também pode se transformar em embarcações ou em outros seres assustadores. Alguns contos indígenas dizem que em uma certa tribo da Amazônia, uma índia, grávida da Boiúna, deu à luz duas crianças gêmeas. Uma delas, Maria, era má e atacava os barcos, naufragando-os. O irmão bonzinho era Cobra Norato, que sempre trabalhava para impedir as maldades da irmã. Há também a versão contada no Pará, na qual a Cobra Grande está adormecida nos subterrâneos dos bairros da Cidade Velha e Nazaré.

                                                               Lenda do Boto
A
Nas noites de São João, quando as pessoas estão distraídas em celebração, o boto aparece transformado em um bonito e elegante rapaz vestido de branco, usando um chapéu para esconder parcialmente o rosto, pois sua transformação em humano não é completa. Suas narinas ficam no topo de sua cabeça, formado dois buracos. Sedutor, ele conquista e encanta a primeira jovem bonita que encontra pela frente e a leva para o fundo do rio. Durante essas festividades, quando um homem aparece usando um chapéu e roupas brancas, as pessoas pedem para que ele se retire do lugar. Afinal, pode ser o boto, sinhá.

                                                                                               Iara

A Iara é um dos mitos mais conhecidos da região amazônica. Trata-se de uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos, que exerce um grande fascínio sobre os homens. Aqueles que banham-se nos rios não conseguem resistir aos encantos da bela morena e acabam se atiram nas águas atrás dela. As vítimas nem sempre voltam vivas dos rios e as que sobrevivem voltam assombradas, falando em castelos, séquitos e cortes de encantados. É preciso muita reza e pajelança para quebrar o encantamento. Alguns descrevem Iara como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz que atrai e hipnotiza os homens. Acredita-se também que ela tem cauda de peixe, outros dizem que usa apenas um vestido, ou uma espécie de saia. Em algumas regiões, Iara é também chamada de boto-fêmea.


 
                                                           Matinta Perêra


Segundo a lenda, toda a noite que um morador da floresta ouvir um estridente assobio, deve prometer tabaco à Matinta Perêra. No dia seguinte, uma velha aparece na residência onde a promessa foi feita, a fim de apanhar o fumo. A velha é uma pessoa do lugar que carrega a maldição de “virar” Matinta Perêra e, à noite, transformar- se nela para assombrar as pessoas. Dizem que a Matinta pode também apresentar-se em forma de um pássaro, muito conhecido como “rasga-mortalha”. Quando ela está para morrer, pergunta: “Quem quer? Quem quer?”. Se alguém responder “eu quero”, pensando em se tratar de alguma herança de dinheiro ou joias, recebe na verdade a sina de “virar” Matinta Perêra.